Seja bem-vindo ao Módulo Benchmarking da Status Artis
O projeto Status Artis foi criado com uma ideia simples: desenvolver o Estado da Arte em análises de dados, para que as operadoras de saúde pudessem explorar oportunidades.
A pluralidade do Sistema Unimed oferece um cenário impar para avaliação de experiências em gestão. Cada Unimed funciona como um experimento próprio de tentativas e erros que vão moldando a sua dinâmica.
O Módulo Benchmarking traz em uma forma simples e direta o resultado do compilado destas diversas experiências.
O Módulo Benchmarking foca na construção de Benchmarkings no Sistema Unimed, estes Benchmarkings podem ser utilizados para comparar frequência de realização e procedimentos, e composição de custos assistenciais e facilitar ações como: negociação e construção de pacotes, complementar informações de DRG com custo assistencial, avaliação de eficiência financeira, comparação custos entre prestadores, avaliar codificação de procedimentos etc. Os exemplos de uso são diversos, e a ferramenta foi construída para ampliá-los.
Um ponto importante é que a ferramenta tem a estrutura modular , então a cada passo no desenvolvimento dela, módulos adicionais são anexados. Estes módulos podem focar em um contexto específico. Por exemplo, o módulo de coocorrência de procedimentos foi pensado especificamente para o médico auditor, que as vezes precisa avaliar a composição de códigos de procedimentos em contas médicas.
Benchmarkings são como referências, e de forma geral há dois grandes tipos: os de quantidade e os de custeio . Nos de quantidade são analisadas as frequências de realização e ocorrência dos procedimentos, enquanto os de custo analisam a composição do microcusteio, trazendo desde dados como o custo mediano, como quanto deste custo é Honorário Médico, Materiais, Diárias, Medicamentos etc.
Uso recomendado: do Macro para o Micro
Escolha uma especialidade, depois uma subespecialidade, e por fim um procedimento.
Analise e avalie como é a distribuição do custo, a frequência de realização
(já ajustada pelo tamanho da operadora), e como o custo é composto
(o quanto é Honorário Médico, Pacote, Diárias etc).
Atente-se a elementos que podem causar falsas interpretações. A ferramenta deve ser utilizada de forma complementar aos sistemas já operantes, como os Business Inteligences (BI).
Algumas abas foram criadas para permitir a construção de imagens de exportação, estas abas possuem ferramentas de seleção de tamanho de gráficos ou números de procedimentos. Utilize-as para gerar imagens de maior relevância.
Alguns pontos merecem ser destacados:
• Apenas dados de 2024 foram utilizados.
• Este módulo é exclusivo de procedimentos hospitalares , isto é, que geraram guias de internações.
• Os dados foram previamente ajustados pelo tamanho da operadora (são normalizados). Isso quer dizer que você não precisa se preocupar com o tamanho das operadoras analisadas. Ainda assim é recomendável que os achados sejam confirmados com uma avaliação crítica dos dados. O segredo é utilizar várias comparações para confirmar ou afastar uma hipótese inicial.
• Procedimentos similares podem ser codificados de formas distintas. Por exemplo, há grande intersecção entre hemodinâmica e procedimentos vasculares invasivos, com agrupamentos distintos na CBHPM e na TUSS. Sempre avalie se uma Operadora selecionada não está codificando o procedimento avaliado de forma diferente. Por isso sempre apresentamos a subespecialidade, ao invés de diretamente o procedimento.
• O procedimento de maior porte de cada conta hospitalar foi utilizado para classificar a conta em si. Atenção a internações clínicas (por vezes o procedimento de maior porte pode ser uma traqueostomia), e para composição de códigos.
• A ferramenta estratifica os procedimentos conforme os macros e micro agrupamentos da CBHPM. Em geral, estes agrupamentos representam especialidades e subespecialidades.
Nota 1: Valorize o julgamento clínico! A ferramenta é de apoio, ou seja, é sempre necessária uma avaliação humana final.
Nota 2: Sempre verifique os achados, comparando sempre com mais de um Benchmarking.
Nota 3: Ajuste lateralmente a janela do navegador para ajustar o tamanho gráfico.
Comparar Unimeds de tamanhos diferentes entre si não é uma tarefa simples, então os dados de quantidades de procedimentos precisaram ser normalizados (ajustados) . A ferramenta já traz este dado normalizado, simplificando a leitura.
Custos devem ser analisados sobre os conceitos de tendência central , como mediana e média. Com estas estratégias, dados do tipo outliers são removidos (o que pode ser um problema), isso simplifica a leitura geral que é avaliar o custo mediano dos procedimentos. A dispersão pode ser analisada através dos intervalos interquartis.
Antes de expor os dados, realizamos um filtro de frequência . Assim, apenas procedimentos que ocorreram com relativa frequência são analisados. Este processo pode excluir (propositalmente) eventos raros.
A análise por grupo é o benchmarking realizado conforme os macro agrupamentos da CBHPM. Trata-se do primeiro passo para se avaliar uma especialidade.
Em ordem, estão sendo apresentados: a quantidade de procedimentos ajustada pelo tamanho da operadora, a distribuição do custo total (mediana), e a estratificação deste custo entre Honorários Médicos (HM) e não-HM.
Na próxima aba, a composição de custo será detalhada ainda mais.
Caso queira exportar um único (ou múltiplos procedimentos), selecionando quais seriam aqueles para serem exportados, utilize a aba Procedimento Selecionado .
Nesta seção agrupamento selecionado anteriormente será melhor detalhado. Utilize esta análise para expandir um passo a mais a composição do custeio.